Meu Perfil
BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos



Histórico



    Votação
     Dê uma nota para meu blog


    Nosso Bolão Final de Semana
     RESULTADO DOS JOGOS
     JOGOS RELACIONADOS
     GANHADORES DO BOLÃO
     PARTICIPANTES DO BOLÃO
     NOSSO REGULAMENTO
     BOLÃO MEIO DE SEMANA
     BOLÃO DE PONTINHA

     
    Futebol - Estaduais 2009 - Bolão Que Acumula.


    JOGOS RELACIONADOS 1º BOLÃO - 17 E 18 DE JANEIRO

    BOA VIAGEM 1 X 2 FORTALEZA

    MARANGUAPE - X - ICASA

    NÁUTICO 2 X 2 SALGUEIRO

    FERROVIARIO - X - CEARÁ

    ITAPIPOCA - X - QUIXADÁ

    GUARANY - X - HORZONTE

    SPORT - X - SERRANO

    PORTO - X - PETROLINA

    SANTA CRUZ - X - CENTRAL

    IPITANGA - X - COLO COLO

    CAMAÇARÍ - X - POÇÕES

    FLUMINENSE - X - VITÓRIA DA CONQUISTA

    ITABUNA - X - BAHIA

    VITÓRIA - X - ATLÉTICO/BA



    Escrito por Bolão Que Acumula - Estaduais às 14h12
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    1ª EDIÇÃO DE NOSSO BOLÃO

    Nosso 1º Bolão já está acontecendo. Ontem, sábado 17 de janeiro aconteceram 2, dos 14 jogos relacionados para nossa 1ª edição do Bolão Que Acumula - Estaduais 2009. O Fortaleza derrotou pelo placar de 2 X 1 o Boa Viagem (Cearense) e o Náutico não conseguiu vencer o Salgueiroe ficou no 2 X 2. (Pernambucano).

    Hoje acontece o restante dos jogos... Boa sorte a todos que participaram de nossa 1ª edição...



    Escrito por Bolão Que Acumula - Estaduais às 12h36
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    RETORNANDO

    Depois de alguns meses sem escreve em blogs - inclusive com o meu blog desativado; estou de volta neste mês de Janeiro.

    Neste espaço publicarei somente matérias esportivas - FUTEBOL e também será o meio dedicado aos contatos de Nosso Bolão Que Acumula, que realizaremos todo final de semana. 

    É importante lembrar, no entanto, que estarei alimentando outros dois blogs na internet. O meu espaço pessoal - www.terradepoty.blogspot.com , onde publicarei matérias de interesse do povo de Apodi que eu achar que deva se publicada. O 3º blog é o blog do SINTE/RN - Regional de Apodi, www.regionalapodi.zip.net, que vai trata das questões da educação do Rio Grande do Norte e da classe de trabalhadores dessa área que são sindicalizados a este sindicato.

    Visites meus espaços e fique à vontade...

    Prof. Pedro Filho



    Escrito por Bolão Que Acumula - Estaduais às 12h13
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    OPERAÇÃO HIGIA

    Suspeitos são soltos e recebem proteção

     

    Natal - Os seis suspeitos soltos ontem por ordem judicial deixaram a sede da PF, em Lagoa Nova, pelos fundos, num procedimento atípico e que surpreendeu os mais experientes agentes da instituição. Tudo foi feito de forma a evitar o contato deles com a imprensa. A PF montou todo um esquema para que os suspeitos deixassem a sede com privacidade.

    Primeiro, a PF permitiu que os advogados e parentes estacionassem os carros no subsolo do prédio - numa área restrita apenas a funcionários. A imprensa, que só tinha autorização para permanecer na recepção, percebeu a manobra, mas não foi autorizada a ir ao subsolo.

    Do outro lado da PF, por cima de um muro, foi possível ver os acusados sendo recebidos com abraços pelos advogados e os poucos parentes. Depois, os seis embarcaram nos veículos com vidros escuros - um deles modelo de luxo, novo e ainda sem placa - e deixaram a PF pelo portão dos fundos, no acesso da Associação dos Policiais Federais.

    Nenhum policial federal comentou a soltura dos suspeitos. Até ontem, a PF tinha se pronunciado apenas em uma entrevista coletiva, na manhã de sexta-feira, em que sequer foi confirmada a identidade dos presos.

     

    MEDIDA

     

    A governadora Wilma de Faria deverá afastar os servidores estaduais envolvidos na Operação Hígia. Em pronunciamento no final da manhã de ontem, o secretário de Comunicação Social, Rubens Lemos Filho, afirmou que a atitude deverá ser tomada assim que ela "julgar necessário", para que os funcionários públicos possam "se dedicar de forma integral às suas defesas", no processo que investiga supostas fraudes em contratos de terceirização da Secretaria Estadual de Saúde.

    O secretário afirmou que Wilma de Faria recebeu com extrema alegria a notícia de que seu filho, Lauro Maia, havia obtido o habeas corpus, na manhã de ontem. "A governadora, logicamente como mãe, ficou extremamente emocionada, feliz em saber que seu filho está livre", afirmou. Segundo Rubens Lemos, ela não contestou qualquer dos procedimentos efetuados nos últimos dias, mas classificou esse período de "extremamente dramático e difícil para a governadora".

    Através de seu secretário, Wilma de Faria agradeceu a todos os que torceram pela libertação de Lauro Maia. "Ela está extremamente grata, desde seus amigos mais próximos, até àquelas pessoas anônimas que sempre a acompanharam", destacou o secretário. Ele declarou ainda que o governo não tem nenhuma crítica ao trabalho da imprensa, porém com ressalvas: "Da mesma maneira, o governo espera que os acontecimentos de hoje sejam noticiados com o mesmo destaque dos acontecimentos da última sexta-feira (quando foi deflagrada a operação)".

     

    (Com informações da Tribuna do Norte)



    Escrito por Ponto de Vista... às 07h03
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    MUDANÇA

    Governadora anunciará novos secretários na segunda-feira

     

    Por meio de seu secretário de Comunicação, Rubens Lemos, a governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB), comentou ontem o habeas-corpus concedido em favor de seu filho, Lauro Maia, e de mais cinco pessoas - algumas integrantes do Governo - que estavam detidas há seis dias na Superintendência da Polícia Federal no Estado. O secretário informou que, como mãe, a governadora ficou extremamente emocionada com a decisão. "Ela não tem qualquer comentário a fazer a respeito do comportamento da polícia e da Justiça, que agiram de acordo com seus procedimentos", disse.

     

    O secretário informou também que a esperada reforma do primeiro escalão só deverá ser anunciada na próxima segunda-feira. "Os secretários de Segurança (Carlos Castim) e de Esporte (Miguel Weber), que pediram exoneração, respondem pelas pastas até que os novos nomes sejam anunciados", explicou Rubens Lemos. Na noite de quinta-feira passada, a governadora Wilma de Faria retomou sua agenda administrativa e participou em Currais Novos da abertura da Exposição Agropecuária da cidade (EXPONOVOS) e da inauguração - entre outras obras - de três conjuntos habitacionais. Hoje, a chefe do Poder Executivo do Rio Grande do Norte estará em Brasília onde será assinando, com o Banco Mundial, um financiamento no valor de R$ 135 milhões para combate à pobreza rural e convivência com o Semi-árido.



    Escrito por Ponto de Vista... às 06h41
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    OPERAÇÃO HIGIA

    SUSPEITOS DE FRAUDES NA SAÚDE FICAM MAIS CINCO DIAS PRESOS.

     

    O juiz Mário Azevedo Jambo, da 2ª Vara Federal, decidiu prorrogar a prisão temporária de seis detidos pela operação Higia. Agora, o advogado Lauro Maia (filho da governadora Wilma de Faria), os empresários Herbeth Florentino Gabriel (da Emvipol) e Mauro Bezerra da Silva (da Líder) e os funcionarios publicos Maria Eleonora D’Albuquerque Castim (da Sesap), Rosa Maria D’Apresentação Caldas  (procuradora) e João Henrique Lins Bahia Neto (secretário-adjunto de Esportes) ficarão detidos por mais cinco dias.

     

    A operação Higia concentra-se no fato de que Anderson Miguel da Silva, advogado e proprietário da empresa A&G Locação de Mão-de-obra; Jane Alves de Oliveira, sua esposa e sócia ; e Mauro Bezerra da Silva, proprietário da Líder Limpeza Urbana, manteriam contratos com o Governo do Estado por meio do pagamento propina. Tais contratos irregulares também envolvem locação de mão-de-obra para o Serviço Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Farmácia Popular.

     

    Um dos servidores públicos beneficiados seria Francinildo Rodrigues de Castro, lotado na procuradoria-geral do Estado; órgão no qual também atua a procuradora estadual Rosa Maria D’Apresentação Caldas, tambem suspeita de receber favores. Outro servidor público envolvido no caso é Marco Antônio França de Oliveira, da Sesap. Segundo a investigação ele também teria defendido os interesses da empresa A&C.

     

    A coordenadora de execução orçamentária da Sesap, Maria Eleonora Lopes D’Albuquerque Castim, e Ulisses Fernandes de Barros (que também atua nesse órgão) seriam mais dois funcionários públicos que defenderiam os interesses da empresa Emvipol, cujo proprietário é o empresário Herbeth Florentino. O caso também envolve Francisco Alves de Souza Filho. Este último é conhecido como “Júnior Gordo” e é proprietário da Est Engenharia.

     

    Estão envolvidos ainda, o empregado da empresa Líder, Luciano de Souza, que seria o responsável por articular a ligação com o secretário-adjunto de esporte, João Henrique Lins Bahia.  Segundo a investigação, todo o esquema contava com a colaboração, sempre decisiva, do filho da governadora, o advogado Lauro Maia.

     

    Dinheiro apreendido é “prova cabal”

     

    A apreensão de R$ 35,9 mil é tida pela Polícia Federal como uma prova cabal do pagamento de propina para prorrogação de contratos na área da secretaria estadual de Saúde. Segundo a investigação, essa apreensão ocorreu na época que os contratos 32 33/2005 estavam sendo renovados, em março deste ano.  A Polícia Federal afirma que, na seqüência dos fatos apurados durante a investigação, Jane Alves, entrou em contato com Luciano de Souza (da Líder), Francisco Alves Júnior, Mauro Bezerra (da Líder) e também com João Henrique Lins Bahia e o filho da governadora, Lauro Maia.

     

    Tudo para promover a prorrogação dos contratos. A partir daí, foi agendada a visita de João Henrique Bahia à sede da Líder, em João Pessoa. Dia 24 de março deste ano, quando retornava a Natal, ele foi detido pela Polícia Federal com R$ 35,9 mil. Segundo a investigação, esse dinheiro seria o pagamento indevido para assegurar a prorrogação dos contratos em favor da A&G e Líder. No dia seguinte a detenção, João Henrique Lins Bahia esteve na residência oficial da governadora. Dia 16 de abril deste ano, a Polícia Federal documentou, com autorização judicial, uma reunião na casa de João Henrique Lins Bahia na qual Mauro Bezerra compareceu portando uma bolsa. De acordo com o inquérito, foi nesse encontro que teria ocorrido um segundo pagamento, substituindo o dinheiro apreendido, para assegurar a prorrogação dos contratos 32 e 33/2005. Após este encontro, João Henrique Lins Bahia saiu de casa com uma bolsa e se dirigiu á residência oficial do governo. Não há na investigação afirmativa de que ele tenha levado consigo o suposto pagamento feito por Mauro Bezerra. A residência oficial é citada ainda por decorrência de um outro encontro: ocorrido entre Mauro Bezerra e Lauro Maia, dia 24 de abril. A reunião foi registrada por uma equipe de vigilância da Polícia Federal que seguia os acusados.

     

    Depoimentos são confrontados com interceptações

     

    Nos interrogatórios dos suspeitos de participarem do esquema de fraude em licitações e desvio de recursos da Secretaria Estadual de Saúde, a Polícia Federal  apresentou, aos acusados, as provas ou indícios contidos nos autos do inquérito policial 040/2008. Os delegados questionam os suspeitos revelando trechos de interceptações telefônicas feitas com autorização judicial, filmagens, fotografias e vigilâncias veladas dos passados dos suspeitos. Eles perguntam aos suspeitos “o que eles tem a dizer” a partir das provas e chegam a sugerir a delação premiada – quando o acusado confessa participação entregando os comparsas em troca de redução de pena ou outro benefício processual.

     

    Os interrogatórios são feitos por quatro delegados sob o comando de Caio César Marques Bezerra, da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal. Na sala ficam apenas os policiais, o suspeito e o advogado. Os depoimentos tem sido longos, alguns passando das cinco horas ininterruptas.

     

    Segundo uma fonte da TN, são feitas várias perguntas antes das  provas serem apresentadas. Se o suspeito negar-se a responder ou alegar que “não se lembra do fato”, lhes é apresentado o indício ou a prova que o liga  ao esquema criminoso. Por exemplo, se um dos suspeitos falou algo incriminador com outro suspeito por telefone, a polícia toca o áudio com a interceptação da ligação e, depois, continua com os questionamentos. O mesmo acontece nas vigilâncias em que a PF filmou e fotografou à distância encontros entre os suspeitos.

     

    Documentos de licitações  e até a fotografia do montante de R$ 35,9 mil do que a PF afirma ser pagamento de propina, também foram apresentados. A suposta propina foi apreendida em 24 de março deste ano, com o secretário-adjunto de Esporte, João Henrique  Lins Bahia.

     

    A técnica usada pela PF nos interrogatórios tenta deixar o  suspeito “sem saída” e com forte tendência a confirmar as suspeitas e a colaborar. Os cinco dias de prisão, inclusive na mesma cela dos outros suspeitos, também colabora para aumentar a pressão na direção da confissão para uma delação premiada. Na manhã de ontem a Polícia anunciou que iria dar maiores esclarecimentos sobre o caso, mas os delegados desistiram minutos após anunciar a coletiva. As prisões ocorreram sexta-feira passada.

     

    Secretários negam irregularidades

     

    Os secretários estadual Adelmaro Cavalcanti (Saúde) e Ruy Pereira (Assuntos Institucionais) concederam uma entrevista coletiva ontem à tarde na qual falaram sobre os contratos terceirizados que estão sob instigação da Polícia Federal na Operção Higia. Eles negaram que tenha alguma irregularidade na contratação das empresas. “Esse é um governo transparente e que tem o zelo pelos recursos públicos. Não houve desvio de R$ 36 milhões”, destacou o secretário. Adelmaro Cavalcanti afirmou que, como não teve acesso ao processo, não sabe como a Polícia Federal chegou ao cálculo de R$ 36 milhões na estimativas dos possíveis desvios.

     

    O secretário aproveitou para justificar a continuidade dos contratos mantidos pela Secretaria Estadual de Saúde com as empresas Emvipol, Líder e A&G, apontada nas investigações da Polícia Federal como possivelmente envolvidas no escândalo da Operação Higia. Os contratos com essas empresas, segundo dados apresentados pelo secretário, somam R$ 28 milhões anualmente.

     

    O que o secretário de Saúde  Adelmaro Cavalcanti não soube explicar foi o motivo pelo qual ainda não foi concluída a sindicância, aberta em 2005, que investigava suspeitas de irregularidades nos contratos da Secretaria com a A &G.  O secretário também admitiu que o órgão vai exaurir todo o tempo previsto na legislação para renovar contratos com essas empresas. “Essa é uma mão-de-obra especializada, não podemos estar todo ano fazendo licitação para uma nova empresa e mudar as pessoas. A lei prevê 60 meses e estamos até agora com 48 meses dos contratos”, explicou o ex-secretário de Saúde, Ruy Pereira.

     

    Adelmaro Cavalcanti confirmou que uma nova licitação para contratar empresas terceirizadas em mão de obra para os hospitais do Estado, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Farmácia Popular só será feita daqui a um ano, quando será encerrado o prazo de 60 meses de renovações de aditivos com as empresas hoje prestadoras de serviço.

     

    A empresa A &G é a que detém o maior número de contratos. São três com a Saúde, para serviços de mão de obra em hospitais, Farmácia Popular e Samu. Juntos, os contratos somam R$ 12,1 milhões anualmente. Com a empresa Líder o contrato é no valor de R$ 5,2 milhões e com a Emvipol R$ 10 milhões.

     

    O secretário Adelmaro Cavalcanti destacou que os aditivos aos contratos com essas empresas não implicou em reajuste no valor dos serviços prestados. “Tivemos que aumentar também o contrato porque o Estado ganhou mais leitos, mas o valor por pessoa (funcionário) não foi reajustado”, comentou o secretário estadual.

     

    O secretário de Assuntos Institucionais, Ruy Pereira, participou da entrevista, porque ele antecedeu Adelmaro Cavalcanti na pasta da Saúde. Ruy Pereira também afirmou que no período em que permaneceu no cargo não houve irregularidades no órgão.



    Escrito por Ponto de Vista... às 07h05
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    ADEUS, KAYO...

    Mais um filho de nossa terra que nos deixa de forma trágica... Desta vez, nosso amigo e companheiro, Kayo Morais – mais conhecido por todos como Kaio de Conci...

     

     

     

    Vários são os momentos que guardarei na memória de meu amigo que agora parte para sempre...

     

     

     

    Estas fotos foram tiradas no encerramento de um Curso ministrado por Kayo MoraisProf. Kayo Morais.

     

     

     

    Passamos o mês de janeiro deste ano, em nossas férias fazendo o INTEL-EDUCAR. Curso este ministrado pelo nosso amigo e agora saudoso Kayo, através de uma parceria com o SENAI – empresa que o nosso jovem Kayo era funcionário e dizia com orgulho: “sou grato pela oportunidade que me deram e tenho feito um esforço muito grande para não decepcionar e assim crescer dentro da empresa.”

     

     

     

    Participaram do Curso as escolas estaduais Antônio Dantas e Zenilda Gama

     

     

     

    Era mesmo uma correria que Kayo fazia. Corria de um canto para outro sem reclamar. Cumpria todos os horários ministrando cursos aqui, ali... No mês de janeiro foi assim...

     

     

     

    Adeus Kayo, que Deus te receba de braços abertos e te coloque num bom lugar... Sempre lembraremos de você e de sua vontade de crescer como pessoa e profissional...

     



    Escrito por Ponto de Vista... às 10h52
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    OS TRAPALHÕES

    Você sabe o que significa a palavra proselitismo?

     

    Proselitismo é a venda, a divulgação, a insistência em querer incutir na cabeça das pessoas um dogma, uma crença, um sistema, mesmo que contra a vontade dos outros. O Proselitista tem o papel de arrebanhar fiéis, seja como for, da forma que for e à que preço for. Ser proselitista é um verdadeiro incômodo aos demais, pois eles são insistentes, pragmáticos, quase beirando ao fanatismo e muitas vezes fanáticos assumidos. É mais ou menos isso...

     

    Espero ter explicado bem... E que você tenha entendido. Entendeu? Ótimo...

     

    Mudando de assunto, hoje (16 de junho de 2008) resolvi prestar uma homenagem aos 30 anos de “Os trapalhões”. Vivi essa época de ouro do humor brasileiro... Parabéns a Renato Aragão (Didi Mocó e a Dedé Santana). Os dois vão voltar a trabalhar juntos... Deus abençoe aos dois...

     

    Leia entrevista com o renato aragão feita pelo g1 – portal da globo.com.

     

    Nunca briguei com Dedé', diz Didi nos 30 anos de "Os Trapalhões"

     

    Humorista revela ao G1 curiosidades sobre a história da trupe. Programa começou a ser exibido aos domingos em 13 de março de 1977.

    Jones Rossi

     

    Renato Aragão, 71, recebeu o G1 (Portal da TV Globo) para entrevista em sua casa (Fotos: Mauro Nascimento/G1).

     

     

    Foi em um domingo, dia 13 de março de 1977, que o programa "Os Trapalhões" estreou na TV Globo. A formação com Renato Aragão, Manfried Santana, Antônio Carlos Bernardes e Mauro Gonçalves já fazia sucesso havia dois anos na TV Tupi quando foi contratada para ocupar a final da tarde de domingo, antes do "Fantástico". A partir de então, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias bateriam recordes de audiência na TV e de bilheteria no cinema. Cinco de seus filmes estão entre os dez mais vistos da história do cinema nacional.

     

    Para comemorar a data, o G1 preparou um especial de vídeos com os melhores momentos do programa nesses 30 anos, selecionados pelo próprio Renato Aragão, que também recebeu a reportagem para uma entrevista em sua casa na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

     

     

    Criador do grupo - que nasceu na década de 60 sob o nome de "Adoráveis Trapalhões" e tinha entre os integrantes o ator Ivon Cury, o cantor Wanderley Cardoso e o astro da luta-livre Ted Boy Marino –, ele conta a trajetória de "Os Trapalhões", que começou a decair com a morte de Mauro Gonçalves, o Zacarias, e não agüentou o baque da morte de outro integrante, o carismático Antônio Carlos Bernardes, o Mussum. Emocionado ao falar dos companheiros, o cearense de Sobral, de 71 anos, falou sobre os momentos alegres e dramáticos do grupo humorístico mais popular do país em todos os tempos.

     

    G1 - Como nasceu o programa?

    Renato Aragão - Eu fazia o programa "Os insociáveis", com o Dedé e o Mussum. Durou dois anos, depois fomos para a TV Tupi. Daí precisamos de mais um companheiro para o programa, de duas horas, aos sábados. Chamei o Mauro Gonçalves (Zacarias), e formamos o quarteto. Era difícil abastecer aquele horário todo. Então passaram o programa para o domingo. Pensei: "É o meu fim". A gente ia competir com o “Fantástico”, da Globo. Ganhamos do “Fantástico”.

     

    G1 - E como você foi para a Globo?

    Renato - Duas coisas me convenceram a vir para a Globo. Eu morava no Rio e trabalhava em São Paulo. E a Tupi, apesar do sucesso do programa, não me pagava havia um ano. Quando completou um ano certinho, eu fiz um bolo e levei para o diretor-geral. Mesmo assim, quando me transferi para Globo, a Tupi entrou com um processo, por isso só pude estrear em 1977, primeiro com especiais, em janeiro, e depois com o programa dominical, em março.

     

    G1 - Como você criou seu vocabulário peculiar com expressões como "audácia da pilombeta", "camufla", "arô", "cuma"?

    Renato - "Cuma", por exemplo, vem do jeito que o nordestino sintetiza as coisas. "Como é que é" vira "cuma". A gente também chamava mulher de "bicho bom", o que hoje talvez fosse considerado uma ofensa.

     

    G1 - O humor ficou politicamente correto. Hoje em dia não tem mais como fazer as piadas daquele tempo. Como você vê essa mudança?

    Renato - Eu estou pouco ligando se me chamarem de Paraíba. Não era ofensa, era esculhambação. Nunca ninguém reclamou. Era uma brincadeira e o Brasil assistia.

     

    G1 - Você chegou a sofrer censura do governo militar?

    Renato - Sofri censura antes dos Trapalhões. A gente tinha que fazer um ensaio normal e outro para a censura. A gente mandava o script antes, mas eles vinham ver ao vivo. Era grande o constrangimento, principalmente quando eles proibiam.

     

    G1 - Para você, qual foi o motivo de "Os Trapalhões" fazer tanto sucesso?

    Renato - Tínhamos bons redatores, mas vivíamos do clima. Tinha muito caco (improvisação). Enquanto os outros programas vinham do rádio, nós já tínhamos a linguagem da TV.



    Escrito por Ponto de Vista... às 08h53
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    CONTINUANDO

    G1 - Como surgiu o bordão "Ih, nojento"?

    Renato - [Houve um quadro em que] A gente tinha que jogar um baú com ele dentro. Claro, a gente ia fingir que jogava com ele, e depois só jogaria o baú, sem ele. Mas a gente jogou com ele dentro. Ele abriu o baú e falou, bravo, "nojento". Rapaz... Isso foi o início de tudo. Quando ele xingou "nojento", foi pro ar como o desfecho do quadro. Daí eu falei pra ele, "agora você vai ter que fazer isso". Ele era engraçadíssimo. Um dia eu chamei ele para conversar e disse: "Tião, vamos fazer um tratamento para os seus dentes". Aí ele ficou olhando para a minha cara. Eu falei, "eu te consigo um dentista aqui para arrumar esse teu sorriso faltoso – era o apelido que eu tinha arranjado para ele". Ele olhou para mim e começou a sorrir. "Renato, você quer acabar com a minha carreira? Se eu botar esses dentes eu perco o emprego." Ele não era bobo, não.

     

    G1. Renato brinca com seu cachorro, Kimbo, na piscina de casa: "Faço filmes para crianças. Para criticar, você tem que assistir de calça-curta"G1 - E as brincadeiras que você fazia no programa?

    Renato - O programa era nosso jardim de infância. Por causa das brincadeiras com o cenário, recebi memorandos. Mas daí o Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, diretor da Globo na época) chegou e falou que a gente podia tudo. E o povo adorava. Mas isso não pode ser produzido, tem que ser feito na hora.

     

    G1 - Os pais levam as crianças aos cinemas. Na hora de fazer os filmes, vocês também pensavam em colocar elementos que agradassem os pais?

    Renato - Não. Sabe por quê? Porque daí o filme ficaria indeciso. Fui muito criticado por isso. Falavam que não tinha pé nem cabeça, que era subproduto, mas as crianças adoravam. Eu cheguei até a fazer um filme para ganhar a crítica. "O auto da Compadecida" foi muito bem aceito pela crítica, mas a criança ficou assim, meio decepcionada, por que não era para ela. O adulto adorou, mas aí eu perdi um pouco o público infantil. Sempre digo isso para os críticos. Faço filmes para crianças. Para criticar meus filmes vocês têm que assistir de calça-curta.

     

    G1 - Você vê seus filmes?

    Renato - Não. Na hora da estréia é tanta confusão que eu nem chego a ver. Eu vejo de longe, sem sonorização. Não tenho essa de sentar para ver meu filme, passou, para mim, está feito. Eu só quero saber se agradou depois.

     

    G1 - Como está sua rotina hoje em dia?

    Renato - Eu não tenho férias. O programa não sai do ar de janeiro a março, como os outros. E agora eu voltei a fazer cinema e me empolguei de novo.

     

    G1 - Quanto tempo você leva para fazer um filme?

    Renato - Se você for colocar desde o início do roteiro, de quatro a seis meses.

     

    G1 - Já tem algum projeto engatilhado?

    Renato - Tenho um com minha filha de volta. Os produtores gostaram do desempenho da minha filha. Ela é muito pequena, mas conquistou o público infantil feminino. Acho muito cedo para ela, mas vou fazer esse próximo filme.

     

    G1 - Quanto você teve de público em seu último filme?

    Renato - Quase um milhão. Mas perdi muito público por causa da televisão e do preço do ingresso do cinema. Eu tinha um público de quatro milhões, cinco milhões, em média. Os cinemas da periferia, onde eu tinha a maior parte do meu público, acabaram. O ingresso naquela época custava US$ 1, eram R$ 4... R$ 2. Hoje, a média é R$ 10. E o povão está sem dinheiro, e ainda tem que sair lá do subúrbio para os grandes centros, nos cinemas do shopping. E antigamente eles iam uma, duas, três vezes. Hoje em dia seria muito difícil atingir novamente quatro milhões.

     

    G1 - Quando "Os Trapalhões" terminou para você?

    Renato - Quando morreu o Zacarias eu senti que a coisa tinha acabado. Para mim tinha acabado. A Globo queria continuar. Eu não. Tinha perdido o sentido da coisa. "Os Trapalhões" foram até ali, até a morte do Zacarias. Eu já não levava aquilo como antigamente. Aí, quando o Mussum faleceu, logo a seguir, foi um negócio tão violento que a gente sofreu... caiu meu chão (pausa). Até parei de trabalhar na televisão. Fiquei seis anos fora. Fiquei fazendo aqueles especiais. Mas para mim tinha acabado tudo, cinema, televisão, tudo. (pausa) Fiquei seis anos totalmente sem rumo.

     

    G1 - Como você se recuperou?

    Renato - Depois de muito tempo, eu pensei: "Não posso ficar viúvo o tempo todo. Vou voltar. Senão vou sucumbir." Pensei em fazer cinema primeiro. Fiz "O noviço rebelde". O cinema brasileiro estava acabado também. Voltei com o "Noviço" e foi uma explosão. Fiz "Simão, o fantasma trapalhão", que teve mais público que o "Noviço". Daí a Globo pediu para fazer um programa que não lembrasse em nada "Os Trapalhões". E está dando uma boa audiência, mesmo em um horário ingrato. Mas não é isso que eu quero fazer em televisão.

     

    G1 - E o que você quer fazer agora?

    Renato - Eu quero fazer seriados.

     

    G1 - Como os especiais dos Trapalhões?

    Renato - Mais complexos, porque aqueles eram avacalhação. Quero fazer seriados que tenham sentimentos, seriam os meu filmes esticados. Mas isso é para o futuro, daqui a um ano. Seria em outro horário, mais à noite.

     

    G1 - Como você avalia esses 30 anos de Globo?

    Renato - Tenho dois caminhos. O caminho da televisão e o caminho do cinema. Acho que os dois atingiram a fase ascendente juntos. Até que o destino acabou com o programa. (Pausa) Hoje em dia ninguém mais formaria um grupo daquele.

     



    Escrito por Ponto de Vista... às 08h51
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    EDUCAÇÃO - CNTE

    Projeto que garante a profissionalização dos funcionários de escola é aprovado na Câmara dos Deputados. Agora só falta o Senado e a sanção do Presidente Lula

     

    Brasília, 12/06/08 - Falta pouco para o funcionário de escola conquistar uma reivindicação antiga. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou o PL 6.206/2005, que reconhece na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), os funcionários de escola como profissionais da educação.

     

    O projeto de autoria da senadora Fátima Cleide (PT-RO) terá que aguardar o prazo de cinco sessões e, se não houver nenhum recurso, segue para aprovação do Senado e depois à sanção do Presidente Lula.

     

    Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin de Leão, o projeto vai beneficiar pelo menos um milhão de funcionários que atuam nas escolas de ensino básico como educadores, mas que não são enquadrados como profissionais da educação.

     

    De acordo com o PL 6.206/2005, passam a ser considerados profissionais da educação básica, os professores habilitados em nível médio ou superior em cursos reconhecidos de instituições credenciadas, para dar aula no ensino infantil, fundamental e médio; os pedagogos com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas, em exercício na educação básica, e os que possui diploma de curso técnico ou tecnológico em área pedagógica ou afim - os funcionários de escola.

     

    O Secretário Adjunto de Política Sindical da CNTE, José Carlos Bueno do Prado (SP), afirma que o projeto “abre uma discussão antiga de alterar a LDB para enquadrar os funcionários que estão fazendo curso superior e se qualificando para fazer carreira dentro da escola”. E a aprovação do PL 6.206, segundo ele, “será fundamental porque representa uma luta de mais de 10 anos da categoria”.

     

    Na opinião do também Secretário Adjunto de Política Sindical da CNTE, José Valdivino de Moraes (PR), “a aprovação do projeto é imprescindível tendo em vista que o artigo 61 da LDB estende o conceito de profissionais que antes era só do Magistério.

     

    Agora, com essa nova redação fica mais abrangente reconhecendo os funcionários de escolas profissionalizados”.

     

    “Vem no rol de todo o processo de valorização e reconhecimento desses trabalhadores como também atuantes no sistema educacional das escolas”, acrescenta Moraes.

     

    No Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar do Distrito Federal (SAE), a aprovação do projeto da senadora Fátima Cleide, na CCJ, foi recebida com euforia. O Secretário-geral do SAE, José Eudes Oliveira, diz que a matéria é uma questão muito importante para a categoria.

     

    “No nosso entendimento a escola funciona com um tripé - tem os alunos, os professores e os funcionários - e, na medida em que os funcionários se habilitam para aumentar o conhecimento, passam a exercer a profissão com muito mais propriedade”, explica.

     

    Já o Secretário de Finanças da SAE, Damião de Medeiros, acredita que os funcionários de escola começam a ocupar um lugar que sempre foi merecido.

     

    “Quando você passa a ser uma categoria reconhecida e qualificada tem mais condições de prestar um melhor serviço à sociedade e de ter uma remuneração mais adequada à função exercida”, destaca Damião.

     

    Para o coordenador Nacional do Departamento de Funcionários da CNTE (DEFE), João Alexandrino de Oliveira, “a expectativa com a aprovação do PL é de que os funcionários de escola também sejam contemplados, num futuro breve, no Piso Salarial Profissional Nacional, previsto no art. 206 da Constituição Federal, bem como nas diretrizes nacionais de carreira, outro tema que se encontra em análise no Congresso Nacional”.



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 00h33
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    ARRAIÁ DO TERETETÊ

    Hoje é dia de festa. Mais um ARRAIÁ DO TERETETÊ...

    A Escola Estadual prof. Antônio Dantas através de todo o seu corpo doscente, discente, pedagógico e funcional convida a todos para esta data tão importante para o lado social da família desta escola...

     

    Seja bem vindo...

     



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 14h39
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    IMPOSTO

    Com 259 votos a favor, Câmara aprova 'nova CPMF'

     

    Decisão final caberá ao Senado, onde a CPMF foi derrubada em dezembro.

    Outros quatro destaques ainda serão apreciados pela Câmara nesta quarta.

     

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (11), por 259 votos a favor, 159 contra e 2 abstenções, a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). O projeto precisa ainda ser aprovado pelo Senado para que a cobrança do tributo entre em vigor em 2009. Para a CSS ser aprovada na Câmara, eram necessários 257 votos.

     

    Os parlamentares votarão ainda outros quatro destaques ao texto, entre eles um que altera a forma de cobrança da CSS e outro que inclui os recursos arrecadados dentro da base de cálculo do orçamento da Saúde. A expectativa, entretanto, é que estes dois destaques sejam rejeitados.

     

    Outro destaque discute a regulamentação da Emenda 29. O relatório do deputado Pepe Vargas (PT-RS) mantém o orçamento da Saúde vinculado a um aumento anual relativo apenas ao PIB nominal do ano anterior sobre o valor gasto. Nesse caso, a CSS seria um "bônus" e não entraria na base de cálculo. O destaque tenta voltar ao texto do Senado, que vincula para a área 10% da receita bruta da União. O último destaque a ser votado prevê a exclusão do artigo que destina os 10% da receita bruta para a saúde.

     

    CSS e Saúde

     

    Se aprovado pelo Senado, o novo tributo teria alíquota de 0,1% sobre todas as movimentações financeiras, no mesmo molde da extinta CPMF. Estariam isentos do pagamento da CSS os aposentados e pensionistas, além dos trabalhadores formais que recebam até R$ 3.038,99. Quem ganha acima deste valor e tem carteira assinada também será isento até este limite, pagando apenas sobre o restante.

     

    Segundo contas feitas pelos parlamentares da base governista, a CSS proporcionaria uma arrecadação de R$ 11,8 bilhões em 2009, R$ 12,9 bilhões em 2010 e R$ 14,2 bilhões em 2011.

     

    No texto estão definidos, ainda, os percentuais de investimentos dos estados e municípios na área de saúde. Para conseguir apoio dos governadores, a base deu até 2011 para que estados e municípios atinjam seu percentual de investimento em saúde, de 12% e 15% da receita, respectivamente.

     

    Também foi retirado do cálculo da receita dos estados os recursos destinados ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o que reduziu em R$ 1 bilhão por ano o total que teria de ser aplicado pelos estados em saúde.

     

    Na Frente Parlamentar da Saúde, a estratégia usada para conseguir votos foi a promessa de um crédito suplementar de R$ 6 bilhões ainda para 2008. Esses recursos passariam a contar para o cálculo do orçamento da saúde também nos anos subseqüentes. O vice-presidente da Frente, Darcísio Perondi (PMDB-RS), passou a apoiar a CSS com esta proposta, enquanto o coordenador da frente, Rafael Guerra (PSDB-MG), permaneceu contrário.

     

    A oposição insistiu na obstrução para tentar atrasar ao máximo a conclusão da votação. Na semana passada, Guerra usou seu poder regimental de relator na Comissão de Seguridade Social e pediu tempo para dar parecer nas emendas, adiando a votação.

     

    Na sessão desta terça-feira a estratégia foi a mesma. Guerra usou a tribuna por mais de uma hora como relator. Os líderes da oposição também usaram diversas vezes da palavra e conseguiram alongar a sessão provocando um novo adiamento.

     

    Nesta quarta-feira a sessão de votação começou por volta das 11 horas e a obstrução da oposição conseguiu atrasar a aprovação em mais algumas horas.

     

    Derrotada na votação, a oposição espera agora que o Senado repita a atuação do ano passado e derrube o novo tributo sobre movimentação financeira. "Os senadores mais uma vez darão uma lição à Câmara", acredita o líder do DEM, ACM Neto (BA).

     

    Fonte G1

    http://g1.globo.com/Noticias/Politica/



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 19h45
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    PESSQUISA

    Pesquisa divulgada ontem pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) indica que 72% dos entrevistados não confiam nos partidos políticos. O dado faz parte do Barômetro de Confiança, instrumento de análise do grau de credibilidade dos brasileiros nas instituições e órgãos públicos do país, que foi lançado ontem, dia 10, pela AMB.

     

    A cada três meses, a associação realizará o estudo, em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE). No primeiro levantamento, foram ouvidas 1,5 mil pessoas em todo o Brasil, maiores de 18 anos, no período de 29 de maio a 2 de junho de 2008.

     

    Na avaliação do presidente da AMB, Mozart Valadares Pires, o primeiro Barômetro de Confiança apresentou resultado "extremamente preocupante".

     

    "É evidente a necessidade de reavaliar a atuação, principalmente dos partidos políticos, que foi a instituição com menor grau de confiança da população". Para Pires, a exposição dos políticos está por trás da falta de credibilidade.

     

    "Nós temos que levar em consideração que o Legislativo brasileiro vive mais na vitrine do que os outros poderes. Ultimamente têm ocorrido alguns escândalos no Legislativo, nos últimos 10 anos, por exemplo, dois presidentes do Senado tiveram que renunciar por acusações de corrupção. Tudo isso repercute negativamente na sociedade brasileira", disse o presidente da AMB.

     

    Na pesquisa, foram avaliadas 17 instituições. Entre elas, as Forças Armadas se destacaram, com um nível de confiança de 79%. Em seguida, vem a Igreja Católica (72%) e a Polícia Federal (70%).

     

    Foi incluído também no estudo um levantamento sobre o conhecimento da forma de funcionamento do Poder Judiciário. Os dados indicam que apenas 8% dos entrevistados afirmam conhecer bem o funcionamento da Justiça.

     

    "É preciso melhorar todas as instituições, não só as que tiveram baixo nível de confiabilidade, para oferecer um melhor serviço à sociedade", completou Pires.

     

    Fonte: Agência Brasil

     



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 05h45
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    PEC DOS VEREADORES

    Brasília – Funcionou o lobby dos vereadores para que a emenda à Constituição que aumenta em cerca de 7,5 mil o número de vereadores em todo o País - mas ao mesmo tempo reduz os gastos com as câmaras municipais - seja engavetada no Senado.

     

    Diante da pressão dos vereadores para aumentar os gastos com as câmaras e sem consenso dos partidos aliados e de oposição em torno da proposta, os senadores decidiram deixar a emenda tramitar normalmente, sem votá-la a tempo de valer para as próximas eleições municipais de 5 de outubro.

     

    “Os atuais vereadores dizem que é impossível sobreviver com essa emenda e queriam que o Senado aumentasse os gastos. Agora quem é o louco de propor aqui o aumento dos gastos? Ninguém quer fazer esse papel, porque fica mal junto à população”, explicou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). “Essa emenda é um desastre do jeito que está. Algumas câmaras municipais morreriam com essa proposta. Para alguns vereadores é melhor não votar nada”, afirmou o líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN).

    Hoje, o limite do repasse das prefeituras para as Câmaras varia de 5% a 8% da receita do município, de acordo com o tamanho da população. Esses tetos, com a aprovação da emenda, caem para 2% a 4,75%. Além disso, o critério para estabelecer o limite não será mais a população, mas a receita municipal.

     

    Para ter validade para as próximas eleições, a “PEC dos vereadores”, como é conhecida a proposta, teria de ser votada no Senado até o dia 30 de junho. A proposta foi votada, em segundo turno, na Câmara no último dia 27 de maio, depois de ficar parada desde o ano passado, à espera de apreciação.

     

    Agora, com a decisão dos senadores de deixar a emenda à Constituição tramitar normalmente, sem analisá-la em regime de urgência, a proposta corre o risco de voltar à baila somente daqui a quatro anos, em 2012, quando ocorrerão novas eleições municipais.

     

    A decisão de engavetar a emenda constitucional foi tomada na semana passada, em reunião de líderes partidários. Não houve consenso em torno da proposta do senador Efraim Moraes (DEM-PB) de desmembrar a proposta: uma trataria do aumento do número de cadeiras de vereadores e, outra, abordaria o aumento de gastos das câmaras municipais.

     

    Diante do impasse, as lideranças resolveram não dar urgência à apreciação da emenda à Constituição, que seguirá o rito normal. O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) foi designado relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

     

    Em 2004, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a redução do número de cadeiras de vereadores no País. Na época, o Congresso resolveu regulamentar a questão com uma emenda constitucional. A proposta ficou, no entanto, parada até meados do ano passado, quando foi votada em primeiro turno no plenário da Câmara. E só voltou a ser o centro das atenções este ano, com a votação em segundo turno da emenda constitucional, às vésperas das eleições municipais.

     

    A emenda, que precisa ser votada em dois turnos no plenário do Senado, modifica as regras para o limite de gastos dos municípios com as câmaras municipais, o que significaria uma economia de cerca de R$ 1,2 bilhão para as prefeituras. Ao mesmo tempo, pela proposta o número de vereadores deverá passar dos atuais 51,7 mil para 59,2 mil e o maior aumento deverá ocorrer nas cidades de médio porte.

     

    FONTE:

    http://www.defato.com/politica.php#mat1



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 07h01
    [] [envie esta mensagem] [ ]



    FUTEBOL - BOLÃO

    13 pontos...

     

    É isso aí. O ganhador de nosso bolãozinho deste final de semana fez 13 pontos e foi o felizardo... Parabéns pra ele e boa sorte para os demais participantes no próximo...

     



    Escrito por Prof. Pedro Filho às 20h36
    [] [envie esta mensagem] [ ]




    [ ver mensagens anteriores ]